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Avicultura e aquicultura devem liderar crescimento da proteína animal no mundo em 2026

  • Foto do escritor: AVIMIG
    AVIMIG
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

O crescimento da produção global de proteína animal deve perder fôlego em 2026, mas dois segmentos seguem em destaque: a avicultura e a aquicultura. De acordo com relatórios internacionais de mercado, a carne de frango e os produtos do mar devem liderar a expansão da oferta neste ano, em um cenário de ajustes em outras cadeias.


As projeções indicam que a produção de carne bovina e suína deve enfrentar um período de crescimento modesto ou até mesmo de retração em alguns países produtores, reflexo de ciclos pecuários, custos elevados e restrições sanitárias. Esse movimento tende a reforçar o papel das proteínas de ciclo mais curto na recomposição da oferta global.


Segundo os analistas, fatores estruturais explicam essa dinâmica, entre eles as mudanças no perfil de consumo, a volatilidade nos custos de ração, os desafios sanitários e as pressões comerciais em diferentes regiões do mundo. Esses elementos têm exigido maior eficiência produtiva e adoção de tecnologia por parte de produtores e indústrias.


A avicultura se destaca pela capacidade de resposta rápida à demanda, com ciclos produtivos mais curtos e maior previsibilidade de oferta. Já a aquicultura vem ganhando espaço de forma consistente, impulsionada pelo aumento do consumo de pescado e pela busca por fontes alternativas de proteína animal.


Outro ponto favorável a esses dois segmentos é o custo de produção relativamente menor quando comparado a outras proteínas, especialmente em um ambiente de preços elevados de insumos e maior rigor ambiental e regulatório em várias regiões.


Para especialistas, o avanço de aves e pescados em 2026 reforça uma tendência estrutural do mercado global de proteínas, em que eficiência, previsibilidade de oferta e capacidade de adaptação às mudanças de consumo se tornam cada vez mais determinantes para a competitividade das cadeias produtivas.


No Brasil, o cenário também tende a favorecer esses segmentos, que já ocupam posição estratégica tanto no abastecimento interno quanto nas exportações, especialmente em um contexto de maior cautela com a oferta de carne bovina ao longo do ciclo pecuário.



Fonte: Feed&Food

 
 
 

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