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Sexagem, biosseguridade, vacinação in ovo e automação: IncubaFÓRUM leva ao centro do debate decisões críticas nos incubatórios

  • Foto do escritor: AVIMIG
    AVIMIG
  • há 18 horas
  • 2 min de leitura

Programação da edição 2026 coloca em evidência temas que influenciam qualidade, custos, sanidade e desempenho ao longo da cadeia avícola.

A um mês do evento, o IncubaFÓRUM 2026 entra em uma etapa decisiva de divulgação com uma programação que ajuda a explicar por que a incubação ocupa posição cada vez mais estratégica na avicultura. Marcado para 27 e 28 de maio, em Maringá (PR), o encontro reúne especialistas e temas que conversam diretamente com decisões críticas dentro dos incubatórios.


Entre os assuntos já confirmados na agenda estão tecnologias de sexagem, qualidade do sêmen e seus reflexos sobre a taxa de eclosão, programação fetal na avicultura, desinfecção e sanitização de ovos incubáveis, mitigação de contaminações, eficácia vacinal in ovo, automação de processos, biosseguridade diante de riscos emergentes e impacto da janela de nascimento sobre a homogeneidade dos lotes.


O peso da programação está no caráter prático desses temas. Cada um deles toca, de forma direta, variáveis que influenciam resultado técnico e econômico, como perdas embrionárias, qualidade do pintinho, exposição a patógenos, desempenho posterior e retorno sobre investimentos em tecnologia e processo.

Esse recorte reforça o posicionamento do IncubaFÓRUM como um encontro técnico desenhado para profissionais que precisam tomar decisão. A edição 2026 foi estruturada com blocos dedicados à origem e pré-incubação, à otimização de parâmetros e custos no incubatório e à visão estratégica sobre o produto final, conectando o início do processo a seus impactos concretos na produção.


A agenda reúne nomes ligados a diferentes frentes do setor, como Adriano Bailos, consultor internacional em incubatórios; Isabel Cristina Boleli, docente da UNESP-Jaboticabal; Christopher Dechandt Gomes, da Zoetis; Paulo Raffi, consultor e professor de pós-graduação; Eduardo Romanini, da Petersime; além de especialistas como Gabriela Menin, Gabriel Novaes, Renata Steffen, Eduardo Costa, Luciano Keske, Jumara Ticiano e Thomas Calil.


Ao colocar essas pautas no centro do debate, o IncubaFÓRUM reforça uma agenda que vai além da atualização teórica. A proposta é discutir pontos de processo e gestão que podem redefinir eficiência, controle sanitário, qualidade e padronização dentro dos incubatórios.

As inscrições para o IncubaFÓRUM 2026 seguem abertas, e a programação completa pode ser consultada no site oficial do evento.



 
 
 

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