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Eficiência e segurança nas embalagens decarne de frango que atravessam o planeta

  • Foto do escritor: AVIMIG
    AVIMIG
  • há 6 horas
  • 4 min de leitura

A qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor é prioridade no segmento avícola. Tanto os que são distribuídos no mercado interno quanto os alimentos que ultrapassam as fronteiras brasileiras têm de atender com excelência os consumidores mais exigentes. Mas como garantir que os produtos da avicultura que são exportados cheguem com garantia de valor nutricional, sabor e segurança aos seus destinos?


No mercado, existem os mais diversos tipos de embalagens que garantem a integridade dos produtos, como as assépticas, cartonadas, plásticos, como as spouted pouch, que preservam alimentos por longos períodos sem necessidade de refrigeração, além do vidro, alumínio, madeira... Mas a embalagem ideal para exportação deve ir além da proteção física e atender a normas rigorosas para garantir a conformidade legal e a aceitação no mercado externo.


No Brasil, a regulamentação é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que normatiza os materiais em contato direto com os alimentos, enquanto o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabelece normas para a exportação de produtos agropecuários.


A escolha correta da embalagem é crucial para assegurar que o produto chegue ao destino com qualidade, segurança e em conformidade com as leis, evitando, especialmente, as perdas.


Integridade dos alimentos

Na Vibra Foods, associada Avimig, cada etapa do processo é cuidadosamente planejada para garantir que os produtos cheguem ao destino com a mesma qualidade e frescor de quando saíram da planta da empresa. Desde a seleção dos materiais até a expedição final, tudo é pensado para assegurar a integridade do alimento durante o transporte e armazenamento, independentemente da distância.


“Os produtos destinados à exportação recebem uma embalagem secundária, especialmente desenvolvida para essa finalidade, são paletizados de forma estratégica e envolvidos por um filme protetor, que reforça a estabilidade da carga e a segurança durante toda a jornada logística”, explicou a analista de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Vibra Foods, Luana Rosa Nunes. Segundo ela, esse método é fruto de muita pesquisa, testes rigorosos e da dedicação de uma equipe altamente qualificada, que acompanha o processo do início ao fim.


Os produtos da Vibra Foods são exportados para mais de 70 países, sendo o Oriente Médio um dos principais mercados compradores.


Controle rigoroso

A CostaFoods Brasil exporta seus produtos por meio da marca Avivar, também associada a Avimig. Quem explicou com detalhes o processo de exportação da empresa foi o diretor Comercial, Marketing e P&D da Costa Foods, Diogo Costa.


Segundo ele, em 2025, a empresa completou 26 anos de história, sendo 11 anos como exportadora. “Nossa jornada começou em 2014, com o envio do primeiro contêiner para Hong Kong, e hoje se espalha por mais de 40 países, nos cinco continentes. Desde então, seguimos ampliando destinos, estudando mercados e desenvolvendo cortes específicos para cada região”, disse ele.


O time de Comércio Exterior, em parceria com o de Inteligência de Mercado e P&D, realiza análises detalhadas sobre hábitos de consumo, padrões técnicos e exigências sanitárias, garantindo que cada país receba exatamente o que procura, seja a sobrecoxa desossada que vai para o Japão, os pés de frango destinados ao Camboja ou o filé de peito apreciado no Reino Unido.


“Para que nossos produtos cheguem ao destino com a mesma excelência com que saem de São Sebastião do Oeste (MG), seguimos um rigoroso sistema de controle, apoiado por certificações internacionais e pelos requisitos nacionais mais exigentes do setor”, garantiu Diogo Costa.


Segundo ele, a marca tem a certificação da BRCGS, classificação AA, uma das normas globais mais reconhecidas em segurança de alimentos.  “Esse selo assegura que cada etapa do nosso processo, produção, manuseio, controle, armazenamento e expedição, atende aos mais altos padrões internacionais. Além disso, cumprimos integralmente as exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e os requisitos técnicos específicos de cada país importador”, disse ele.


Para a exportação, o diretor revelou que os produtos são congelados a -18°C e enviados em contêineres refrigerados, garantindo preservação total durante todo o trajeto. As embalagens, desenvolvidas pelo nosso time de P&D, juntamente a fornecedores homologados, são projetadas para suportar longas viagens sob temperaturas rigorosas. Tudo é testado: resistência, segurança, vedação e integridade. Nada segue para produção sem aprovação do controle de qualidade da empresa.


“Seguimos também as exigências da BRCGS para auditoria e homologação constante dos fornecedores, garantindo padrão elevado e continuidade no desempenho das embalagens”, assegurou.


Cada contêiner passa por verificações internas e por inspeções do Mapa, que só liberam o embarque se todos os requisitos forem atendidos. “Além disso, instalamos termógrafos em cada envio, permitindo o monitoramento da temperatura desde o carregamento até a chegada ao destino. É tecnologia e cuidado viajando juntos para garantir segurança e transparência ao cliente”, disse Diogo Costa.


Ele explicou que, mesmo com demandas tão diversas entre os mercados, “existe um ponto que nunca muda: nosso compromisso em entregar produtos em perfeito estado, com qualidade, rastreabilidade e o cuidado que sempre fizeram parte da nossa origem. O que sai de Minas Gerais atravessa oceanos, chega a novos continentes, conquista novos paladares e leva sempre um pouco daquilo que é nosso: simplicidade, confiança e o jeito mineiro de fazer bem-feito”, garantiu.


Imagem: Vibra Agroindustrial
Imagem: Vibra Agroindustrial

 
 
 

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