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Cobb-Vantress valida compartimentação junto a seis países da América Latina

  • Foto do escritor: AVIMIG
    AVIMIG
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

Certificada para produção em compartimentação desde 2016 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em parceria com Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, antiga OIE), a Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, obteve a habilitação de seu sistema de compartimentação por seis países da América Latina. Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai reconhecem oficialmente o modelo e atestam que continuarão a receber a genética avícola brasileira da companhia mesmo em casos de confirmação de doença de Newcastle ou Influenza Aviária no país.


A unidade brasileira da Cobb foi a primeira empresa no mundo a receber a certificação do órgão internacional para implementar a compartimentação de plantéis avícolas e é detentora do Compartimento nº 001 do Brasil. Desde a certificação, a companhia passa por auditorias bianuais, realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, que atestam o cumprimento rigoroso dos protocolos exigidos e garantem a revalidação do selo.


Por meio da compartimentação, a Cobb-Vantress realiza a produção avícola em subpopulações com elevado grau de biosseguridade. O modelo amplia o controle sanitário das aves, com aplicação de normas mais rígidas, análises periódicas de risco, sistema estruturado de rastreabilidade e vigilância constante dos plantéis internos e da fauna silvestre no entorno das unidades.


“Recebemos delegações de especialistas e técnicos de alguns desses países para auditar nosso processo produtivo dentro do compartimento. A aprovação confere ainda mais credibilidade sanitária e atesta a qualidade e a segurança da nossa produção, aumentando a confiança dos países importadores. Com compartimento reconhecido, a Cobb tem acesso mais ágil a mercados exigentes e consegue responder melhor a crises sanitárias”, afirma Veruska Pinheiro, Especialista de Comércio Exterior da companhia.


Peru, Equador e Argentina visitaram a unidade brasileira da companhia, onde auditaram os procedimentos de compartimentação. Já Bolívia, Uruguai e Paraguai certificaram a compartimentação via análise documental.


A iniciativa de solicitar a aprovação do compartimento também junto aos países latino-americanos que recebem os produtos da empresa tem como finalidade garantir o fluxo de exportação e envio de produtos mesmo em caso de confirmação de doenças aviárias no Brasil. Veruska explica que no compartimento reconhecido como livre de enfermidades está autorizado a dar continuidade às exportações de ovos férteis, pintos de um dia e material genético para a região latino-americana.


Além da segurança sanitária, a compartimentação fortalece acordos comerciais e reduz riscos econômicos. Sem este modelo, um surto de abrangência nacional pode levar ao bloqueio total das exportações, provocando perdas expressivas de receita e impacto nas relações com clientes estratégicos. Com o sistema compartimentado, o efeito tende a ser localizado, permitindo a continuidade das operações nos núcleos aprovados.


Para Rafael Bampi, diretor-associado de Qualidade e Sanidade da Cobb, em um setor altamente competitivo como o da genética avícola, a compartimentação torna-se um diferencial estratégico. “A compartimentação é um compromisso da empresa. Por meio dela, ficam atestadas a sanidade e qualidade das aves que a Cobb produz e distribui para o mercado avícola nacional e internacional”, explica Bampi.


Imagem Ilustrativa - Foto: Cobb-Vantress
Imagem Ilustrativa - Foto: Cobb-Vantress

Fonte: Assessoria Cobb-Vantress

 
 
 

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